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Rebanhos, ovelhas negras e covid

Ao longo da história, o conceito de rebanho, ovelha e ovelha perdida foi usado para se referir, como metáfora, ao comportamento humano diante de maiorias políticas ou religiosas. É comum em epidemiologia usar a expressão “imunidade de rebanho”. E eles repetiram como papagaios, todo um exército de afirmacionistas, que para controlar o fenômeno psicossocial paranóico global era necessário injetar mais de 60% da população com o experimento apressado. 


A guarda pretoriana do totalitarismo sanitário, encarnada nos donos das redes sociais Facebook e Google, junto com alguns jornalistas e políticos locais, passou a cumprir papéis de vigilância epidemiológica e censura de uma doença e apenas uma.Chegamos a ver o absurdo de uma Epidemiologia definida na TV por alguns jornalistas especializados em fofocas, que proclamam bandeiras de perseguição a qualquer outro que não adere ao discurso oficial ou a seus cúmplices de vez em quando. É por isso que no mês de julho de 2020 escrevi um artigo aludindo à evidente existência de patrocinadores internacionais deste fenómeno tão privilegiado pela imprensa internacional e local. 


O governo é a principal comorbidade que acompanha qualquer fenômeno de saúde, isso deve ser ensinado nos livros de medicina. Os governos curvam suas cabeças diante da Big Pharma e obedecem cegamente, independentemente das consequências para a população. Diante dessa situação, não há outra opção a não ser protestar e mobilizar, como grande parte do mundo está fazendo.Devemos denunciar o pacto de silêncio e distração da política e do jornalismo que estão a serviço do poder da corporatocracia. 


Um totalitarismo psicótico da saúde dedicado à perseguição da população essencialmente saudável agora recategorizada no conceito falacioso do paciente assintomático. Eles querem reinventar um mercado de saúde com uma população saudável. Parece ser sua maior preocupação: alcançar todos aqueles que conseguiram escapar do negócio espúrio da doença. Eles precisam trazê-los para o mercado de corpos cronicamente doentes.  


É oportuno lembrar aquela frase que dizia “a única verdade é a realidade”. Pois bem, aqui vemos que a única verdade imposta é a virtualidade.Todo um exército de manipuladores sociais, especialistas em comunicação, está a serviço de inverter esta frase para chegar à “virtualidade é a única verdade”. 
A saúde das pessoas não pode depender de contratos secretos com empresas transnacionais, conforme estabelecido pela Lei 27.573 de confidencialidade e imunidade patrimonial e legal para laboratórios produtores de vacinas. Muito menos quando são justamente as mesmas corporações transnacionais que são suspeitas de participar da criação do problema.


Parece que as bandeiras não importam mais, ideias ou culturas não importam, querem roubar nossa identidade para substituí-la por um passe de saúde típico dos regimes totalitários.
Não podemos aceitar que venham nos dizer como devemos cuidar da saúde, justamente aqueles que não sabem cuidar da sua. Essas pessoas sem escrúpulos que acreditam que ficam impunes, a única coisa que sabem fazer são práticas tolas permanentes e protegidas pelas sombras escuras do poder. 
Mas aqui estamos neste ponto de encontro histórico onde tivemos que superar todas as campanhas de terrorismo sanitário. Essas mesmas campanhas que têm se dedicado a semear pânico e ansiedade na população. Mas eles não conseguiram quebrar o espírito do povo argentino.


Atualmente, há alguns porta-vozes da saúde que dizem que esta doença deve ser tratada como apenas mais uma gripe… E por causa de mais uma gripe nos fizeram fechar as fábricas, lojas, escolas, clubes e alguma instituição que ainda estava de pé na Argentina?
Hoje em dia a imprensa nos informa do conflito russo-ucraniano e já podemos ver como o circo plandêmico com todos os seus palhaços está se movendo com a tenda para outro lugar. Agora eles não são mais epidemiologistas ocasionais para se tornarem comentaristas especialistas em conflitos armados. Por fim, quero expressar minha solidariedade aos profissionais de saúde que estão sendo perseguidos de forma antidemocrática. É o caso dos médicos Eduardo Yahbes e Mariano Arriaga.

Dr. Ramiro Salazar
Epidemiologista


Fonte: https://www.laprensa.com.ar/513324-Rebanos-ovejas-negras-y-covid.note.aspx

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2 respostas

  1. “Povo marcado, povo feliz” já disse o frustrante usuário das benecies da Lei Ruanet Zé Ramalho.
    E assim caminha a humanidade.
    Aceitamos passivos as imposições dos gestores que nos mesmos elegemos. Nós rendemos a hipocrisia e as leis que protegem minorias.
    Q será da humanidade?

  2. Ótima matéria. Não sei onde me expressar para registrar que também sou vítima desta perseguição no Estado e no município de São Paulo. Sou médico concursado há mais de 26 anos e não fui submetido a picada. Abriram processos administrativos por indisciplina para apuração da minha resistência em ser inoculado pelo experimento. Estou esperando o resultado. Boa sorte a todos.

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