EnglishFrenchPortugueseSpanish

Mentiras covidianas e os crimes da classe médica no Brasil

Felizmente é impossível enganar todo mundo durante todo o tempo. Dados recentes divulgados pelo governo do Reino Unido, em resposta a uma solicitação da Lei de Liberdade de Informação (FOIA), mostram que o número de mortes por Covid-19, de janeiro de 2020 e até setembro de 2021 na Inglaterra e no País de Gales, foi de apenas 12,66% do índice divulgado pelo governo.

Entenda a farsa no Reino Unido analisando os números: Em 2020, as mortes em que a Covid-19 foi a única causa chegaram a 9.400; destas 7.851 foram de pessoas com 65 anos ou mais. A idade média do óbito foi de 81,5 anos. Ao todo, nos 21 meses que abrangem janeiro de 2020 a setembro de 2021, o número total de mortes pela COVID-19 na Inglaterra e no País de Gales foi de 17.371 – muito longe do que foi relatado, 137.133 mortes que ocorreram 28 dias após um teste positivo e, portanto, contabilizadas arbitrariamente como “mortes pela COVID”. Trocando em miúdos: a mortalidade do vírus sempre esteve relacionada a comorbidades e idade.

Se no país da rainha Elizabeth houve manipulação na causa mortes para justificar as medidas tirânicas por parte do governo, imagine por essas terras tupiniquins. Poucos médicos têm a coragem de vir a público relatar a verdade. Um deles é o pneumologista Wagner Malheiros (foto à dir.), que tem assunto para escrever um livro sobre o que viu nos últimos dois de seus 35 anos de experiência médica:

“Eu vi coisas terríveis: cobranças exorbitantes, cinquenta, cem mil reais para tratar um paciente. Famílias chegavam ao meu consultório me pedindo para assumir pacientes que, muitas vezes, nem covid tinham. Desses pacientes, tratei todos em casa e pelo preço de uma consulta”. 

O médico, que ficou bastante conhecido nas redes sociais por defender o uso do tratamento precoce, está sendo perseguido por ter salvado cerca de cinco mil pacientes: além de sofrer censura em forma de sucessivos bloqueios nas redes sociais, está respondendo processo no CRM de Mato Grosso por usar tratamento “sem comprovação científica”, leia-se “medicamentos de baixo custo”.

O Dr. Malheiros conta que pacientes foram internados sem necessidade e, no hospital, eram submetidos a todo tipo de malandragem: uma delas é o uso da tomografia com poucos dias após o início do tratamento.

“Assim como um carro não para no lugar que você freou, a doença não cessa no início dos medicamentos. Ela piora mais um pouquinho para depois regredir. Todo médico sabe disso e mesmo assim, eles se aproveitavam dessa “piora” para internar o paciente. A família apavorada, vendia o que tinha para custear o tratamento”. 

Wagner Malheiros prossegue:

“O pior era a avaliação em percentual da tomografia, uma coisa idiota que só serve mesmo para amedrontar os pacientes. A avaliação de percentual era sobre a expansão de acometimento, mas não levava em consideração o grau desse acometimento, pois uma área de 75% pode estar menos grave que outra área com 25%, dependendo da região afetada. É como você dizer que queimou o braço inteiro no sol (100% de comprometimento) e que mergulhou a mão no óleo quente (10%). Eu não repetia a tomografia com menos de 15 dias, no mínimo”.

Quem ainda não enxergou que a “pandemia” foi a maior farsa e o maior crime cometido contra a humanidade em escala planetária e ainda precisa de uma explicação sobre as mortes no Brasil, deve sempre se perguntar em que circunstâncias elas se deram. O Dr. Malheiros conta que, em Cuiabá, os infectologistas criaram grupo de apoio a internação hospitalar cobrando uma barbaridade, e não entravam com os medicamentos que freiam a multiplicação do vírus nas células.

“Certa vez, fui atender um paciente que estava sendo “tratado” em casa por um infectologista e era tudo uma palhaçada: parecia um centro de pesquisa, tudo fechado, lacrado, com roupas de proteção, como se ali tivesse um doente com o ebola. E o paciente sem tratamento. Iniciei os medicamentos e em dois dias, ele estava sem o aparelho de oxigênio. Estavam cobrando cinco mil reais do paciente por dia”. 

Um grande hospital da capital mato-grossense aumentou o preço da consulta para pacientes com Covid-19 de 250 para 800 reais.

“Os pacientes chegavam no meu consultório reclamando que os pneumologistas cancelaram os convênios e só atendiam particular. Teve também os que só faziam telemedicina cobrando uma fortuna. Uma paciente idosa veio com a família de um outro hospital onde seria internada, no qual médico havia lhe cobrado 100 mil reais, e queria que eu cuidasse dela. Nem era covid, era uma pansinusite; foi para casa e ficou ótima. Um dono de hospital estava puto comigo por não estar internando. Eu disse a ele que meus pacientes não morriam e que os internados morriam mais do que os que eram tratados em casa, principalmente porque os pacientes estavam sendo entubados sem necessidade.

A realidade é dura, mas não pode ser negada para sempre: o número de mortos aumentou porque lhes foi negado o tratamento adequado; preferiram levar pessoas em bom estado de saúde para o oxigênio ao invés de tratar com medicamentos baratos e em casa. Isso é muito sério, porque 80% dos pacientes entubados morriam. Se no início todo mundo aderiu ao “#FiqueEmCasa” porque não tinha tubo para todo mundo, não demorou muito para os familiares começaram a brigar para não entubarem os doentes. Entubar já era sinônimo de morte.

A farsa já está exposta, mas a velha mídia comuno-globalista finge que não sabe e segue apoiando as medidas estúpidas de restrição de liberdade: máscaras, vacina, passaporte. Quando os brasileiros vão acordar e lutar para recuperar o que perderam? Poderiam começar com um ritual de queima de máscaras, porque elas só servem mesmo para esconder a face dos canalhas que enganaram o povo, o que inclui a classe jornalística, os mercenários disfarçados de médicos e todos os políticos que por ação ou omissão, participaram desse demoníaco circo pandêmico.

Compartilhar:

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on linkedin

4 respostas

  1. A História será contada novamente, como os políticos e empresários ( muitos médicos também), conseguiram enganar uma boa parte dessa “FRAUDEMIA”, como Dr. Alessandro Loiola dizia desde o princípio.
    Alertei muito uma perita da Polícia Federal( uma amiga), mas toda matéria a ela enviada, dizia ser Fake News.
    Muita gente morreu proveniente desse veneno de cobra que estão enfiando nos braços de 1/2 mundo.

  2. Moro num bairro da periferia de B.H. nunca ví tanta gente conhecida e até amigos dizendo que tomará essa porcaria até que não tenha mais estoque,a estupidez é tamanha tentei por várias vezes convence-los más não adiantou.

  3. Desde o início da pandemia eu já desconfiava desta doença, a qual trouxe foi uma desordem tamanha p nosso país, estes interesseiros, egoístas, criminosos, fazem tudo por dinheiro, vão pagar no lago de fogo todas as maldades cometidas ao seus semelhantes. Eu desconfiei, hoje tenho certeza q foi por pura ganância q eles mataram tantas pessoas, fizeram tantas maldades q não dá p descrever, e depois ainda puseram culpa no presidente Bolsonaro. Todos deviam ser presos. Mas a justiça não é justa, se fosse, o lula não estaria solto. Eles veram a sua recompensa

  4. Não sou médico e nem trabalho no sistema de saúde, mas aprendi muito com médico corajosos que enfrentaram o sistema.
    Infelizmente muitos médicos viraram mercadores, e a população aterrorizada não conseguia acesso a verdade.
    Seriei eternamente grato aos “médicos pela vida” pela coragem em defender a vida.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

covidflix

Outras Notícias